07/01/2005 Copa América de Ciclismo Título é prioridade para brasileiros Jornal vale Paraibano
Apesar da participação de estrangeiros de alto nível técnico, que representarão Argentina, Uruguai, Portugal e Estados Unidos, o retrospecto da competição mostra equilíbrio, com duas vitórias para o Brasil e duas para ciclistas do exterior. O paulista André Grizante e o paranaense Renato Rohsler, ambos
hoje no time da Extra/Suzano, venceram as edições de 2001
e de 2003. Em 2002, o ganhador foi o norte-americano John Lieswyn, enquanto
o uruguaio Alem Rayes brilhou no ano passado. "Temos bons atletas e ótimas condições para dar mais um título para o Brasil", disse Nilceu Aparecido, estreante na Scott, e que foi vencedor da tradicional Prova 9 de Julho do ano passado, do Meeting Internacional de Goiânia e do Desafio Extra de Fórmula-1 em 2004. "Temos de respeitar todos os participantes e vamos tentar fazer o melhor." Outros dois atletas da equipe, Jean Carlo Coloca e Robinho (que também fará sua estréia no time), também estão entre os candidatos à vitória. "Nosso favoritismo é teórico. Só vamos saber se será confirmado após domingo. Mas é preciso lembrar que a Copa América é o começo do trabalho e têm muitas equipes preparadas e fortes, como as da Argentina e do Uruguai", disse José Carlos Monteiro --o Carlinhos--, técnico da Scott. Além dos três sprintistas (Nilceu, Robinho e Jean), a equipe
joseense terá mais oito atletas de estrada na Copa América,
inclusive com a estréia de Márcio May, o principal destaque
do time neste início de temporada. A Copa América distribuirá cerca de R$ 21 mil em prêmios
para os ciclistas mais bem colocados na classificação geral
da elite masculina e feminina, incluindo bônus para as metas volantes. |